A Ecofor desenvolve o PROGRAMA ECOCIDADÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO com o objetivo de contribuir para a efetividade das políticas públicas de saneamento, especificamente o Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos, através da elaboração e execução de ações socioambientais junto às comunidades do município de Fortaleza com maior incidência de problemas ambientais, como o lixo solto que gera doenças e desequilíbrio na relação entre seres humanos e a natureza.

 

A Ecofor alinhou o Programa ECOCIDADÃO AO OBJETIVO NÚMERO 7 que busca integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas da empresa, revertendo a perda de recursos ambientais, buscando alcançar através da Educação Ambiental, Excelência em Suas Operações e do Diálogo Construtivo com Comunidades, melhorias na qualidade de vida dos habitantes de bairros de baixo índice de desenvolvimento humano em nossa cidade.

 

 

 

O programa Ecocidadão atua transversalmente aos demais objetivos através das seguintes práticas:

 

- Objetivo 01 - Coleta seletiva através dos PEV’s (Postos de Entrega Voluntária) e realização de oficinas de geração de trabalho e renda com recicláveis.

- Objetivo 02 - Realização de atividades de educação ambiental nas escolas públicas contribuindo para o fortalecimento do sistema de promoção de garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

- Objetivo 04 - Através da realização de ações educacionais em comunidades carentes, de esclarecimento sobre higiene pessoal, sanitária e sobre a correta disposição do lixo.

- Objetivo 06 - Através das ações de educação ambiental e de mobilização comunitária possibilitando a criação de condições ambientais que estanquem os ciclos de reprodução das doenças.

- Objetivo 08 - Realiza parceria com ONG’s locais contratando jovens aprendizes que atuam como agentes de educação ambiental.

 

 

 

 

 

Conheça os Objetivos do Milênio

 

A Declaração do Milênio foi aprovada pelas Nações Unidas em setembro de 2000. O Brasil, em conjunto com 191 países-membros da ONU, assinou o pacto e estabeleceu um compromisso compartilhado com a sustentabilidade do Planeta.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio são um conjunto de 8 macro-objetivos, a serem atingidos pelos países até o ano de 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade.

São a agenda do Planeta, a agenda da Humanidade. São a agenda do Brasil. A agenda de cada um de nós.

 

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1) Erradicar a extrema pobreza e a fome

 

Um bilhão e duzentos milhões de pessoas sobrevivem com menos do que o equivalente a $ 1,00 (PPC — paridade do poder de compra, que elimina a diferença de preços entre os países) por dia. Mas tal situação já começou a mudar em pelo menos 43 países, cujos povos somam 60% da população mundial. Nesses lugares há avanços rumo à meta de, até 2015, reduzir pela metade o número de pessoas que ganham quase nada e que — por falta de emprego e de renda - não consomem e passam fome.

 

 

http://www.nospodemos.org.br/imagens/icon02.gif2) Atingir o ensino básico universal

 

Cento e treze milhões de crianças estão fora da escola no mundo. Mas há exemplos viáveis de que é possível diminuir o problema — como na Índia, que se comprometeu a ter 95% das crianças freqüentando a escola já em 2005. A partir da matrícula dessas crianças ainda poderá levar algum tempo para aumentar o número de alunos que completam o ciclo básico, mas os resultados serão adultos alfabetizados e capazes de contribuir para a sociedade como cidadãos e profissionais.

 

 

http://www.nospodemos.org.br/imagens/icon03.gif3) Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

 

Dois terços dos analfabetos do mundo são mulheres, e 80% dos refugiados são mulheres e crianças. Superar as disparidades gritantes entre meninos e meninas no acesso à escolarização formal será um alicerce fundamental (entre outros) para capacitar as mulheres a ocuparem papéis cada vez mais ativos tanto no mundo econômico quanto na atividade política em seus países.

 

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4) Reduzir a mortalidade infantil

 

Todos os anos 11 milhões de bebês morrem de causas diversas. É um número escandaloso, mas que vem caindo desde 1980, quando as mortes somavam 15 milhões. Os indicadores de mortalidade infantil falam por si, mas o caminho para se atingir o objetivo dependerá de muitos e variados meios, recursos, políticas e programas — dirigidos não só às crianças, mas às suas famílias e comunidades também.

 

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5) Melhorar a saúde materna

 

Nos países pobres e em desenvolvimento, as carências no campo da saúde reprodutiva levam a que a cada 48 partos uma mãe morra. A redução dramática da mortalidade materna é um objetivo que não será alcançado a não ser no contexto da promoção integral da saúde das mulheres em idade reprodutiva. A presença de pessoal qualificado na hora do parto será, portanto, o reflexo do desenvolvimento de sistemas integrados de saúde pública.

 

 

http://www.nospodemos.org.br/imagens/icon06.gif6) Combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças

 

Em grandes regiões do mundo, epidemias mortais vêm destruindo gerações e cerceando qualquer possibilidade de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, a experiência de países como o Brasil, Senegal, Tailândia e Uganda vêm mostrando que podemos deter a expansão do HIV. Seja no caso da Aids, seja no caso de outras doenças, como a tuberculose e a malária, que ameaçam acima de tudo as populações mais pobres e vulneráveis, parar sua expansão e depois reduzir sua incidência dependerá fundamentalmente do acesso da população à informação, aos meios de prevenção e aos meios de tratamento, sem descuidar da criação de condições ambientais e nutritivas que estanquem os ciclos de reprodução das doenças.

 

 

http://www.nospodemos.org.br/imagens/icon07.gif7) Garantir a sustentabilidade ambiental

 

Um bilhão de pessoas ainda não têm acesso à água potável. Ao longo dos anos 90, no entanto, quase o mesmo número de pessoas ganharam acesso à água bem como ao saneamento básico. A água e o saneamento são dois fatores ambientais chaves para a qualidade da vida humana. Ambos fazem parte de um amplo leque de recursos naturais que compõe o nosso meio ambiente — florestas, fontes energéticas, o ar e a biodiversidade — e de cuja proteção dependemos nós e muitas outras criaturas neste planeta. Os indicadores identificados para esta meta são justamente "indicativos" da adoção de atitudes sérias na esfera pública. Sem a adoção de políticas e programas ambientais, nada se conserva em grande escala, assim como sem a posse segura de suas terras e habitações, poucos se dedicarão à conquista de condições mais limpas e sadias para seu próprio entorno.

 

 

http://www.nospodemos.org.br/imagens/icon08.gif8) Estabelecer uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento

 

Muitos países pobres gastam mais com os juros de suas dívidas do que para superar seus problemas sociais. Já se abrem perspectivas, no entanto, para a redução da dívida externa de muitos Países Pobres Muito Endividados (PPME). Os objetivos levantados para atingir esta meta levam em conta uma série de fatores estruturais que limitam o potencial para o desenvolvimento — em qualquer sentido que seja — da imensa maioria dos países do sul do planeta. Entre os indicadores escolhidos estão a ajuda oficial para a capacitação dos profissionais que pensarão e negociarão as novas formas para conquistar acesso a mercados e a tecnologias abrindo o sistema comercial e financeiro não apenas para grandes países e empresas, mas para a concorrência verdadeiramente livre de todos.